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Será que estamos desenvolvendo um mar de plástico?

  • Foto do escritor: APAs Marinhas IPEC
    APAs Marinhas IPEC
  • 8 de jun. de 2019
  • 1 min de leitura

Os plásticos passaram a existir para trazer comodidade e conforto para a população, sobretudo neste ambiente globalizado em que as pessoas correm contra o tempo. "Me dá um canudinho?" "Uma garrafa d'água, por favor" "Preciso de mais um saco plástico", são as frases bastante usadas hodiernamente nas praias e zonas costeiras. E isso tem causado um efeito negativo no mar, principalmente porque a maioria do lixo é levado pelas marés até às partes mais profundas. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Scientific revelou que no oceano Pacífico existe uma ilha de plástico 16 vezes o tamanho de Portugal, e isso é preocupante, já que boa parte da população vive em zonas próximas aos mares e oceanos e depende diretamente dos recursos que eles oferecem. Plásticos que chegam ao oceano se rompem em micropedaços e são confundidos com plânctons (base da cadeia alimentar de vários animais marinhos), fazendo que os animais se alimentem desses pedaços, acarretando em severos danos ou até na morte desses indivíduos. Em decorrência disso, sabemos que precisamos agir rápido, e devemos despertar na humanidade o desejo de salvar o mar, pois o Fórum econômico Mundial de Davos dos oceanos afirmou que em 2050 haverá mais plásticos que peixes. E para começarmos a mudar o oceano, precisamos mudar nossos hábitos: adotando um único copo e o levando a locais que provavelmente irá utiliza-lo e, além disso, devemos recusar canudinhos, pois, mesmo parecendo inofensivos, eles causam muito mal já que seu descarte é massivo. Se fizermos nossa parte, com certeza iremos encorajar outras pessoas a nos ajudar e assim poderemos salvar o mundo!

Fonte: revistagalileu.globo.com

Foto: Google Images


 
 
 

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